sábado, 29 de junho de 2013

Filmes da semana.

Um comentário:

Nesse post vou mostrar um pouco dos filmes que quero ver essa semana, dos que vi e dos que eu acho que vocês deveriam ver (haha). São sete fimes. Basicamente, um para cada dia da semana. Nas próximas vezes, tentarei postar talvez toda sexta-feita filmes para semana. Sem mais enrolação, aqui vai os filmes:


1- Assisti no cinema logo que lançou e adorei ver mais uma continuação das fábulas de minha infância. "João e Maria" superou minhas expectativas. Gostei muito!
Dirigido por: Tommy Wirkola
Com: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Famke Janssen
Gênero: Ação, Fantasia

Sinopse:
Os jovens João e Maria foram abandonados pelos pais na sombria floresta e acabam indo parar na casa de uma malvada bruxa. Mas o que parecia ser o fim acabou se tornando o começo de uma vida cheia de aventuras, uma vez que eles eliminaram a malvada e viraram verdadeiros exterminadores de criaturas do mal. Após o desaparecimento de várias crianças, os dois já adultos (Jeremy Renner e Gemma Arterton) são contratados pelas autoridades locais para desvendar o mistério. Só que eles não imaginavam que essa nova missão iria colocá-los diante da terrível Bruxa Negra (Famke Janssen), pronta para destruir não só a reputação de excelentes caçadores de bruxas, mas também as suas vidas.

2- Esse foi também um filme que assisti logo que saiu no cinema. E admito, foi outro que também me surpreendeu. Os efeitos especiais são fantásticos, os atores são maravilhosos e o ritmo que a história tem é super divertida (haha).
Ver o trailer
Dirigido por: Kim Jee-woon
Com: Arnold Schwarzenegger, Forest Whitaker, Johnny Knoxville
Gênero: Ação

Sinopse:
Após cair em desgraça em Los Angeles devido a uma operação fracassada, Ray Owens (Arnold Schwarzenegger) parte para o interior e assume a posição de xerife em uma pequena cidade na fronteira dos Estados Unidos com o México. O que ele não esperava era que um poderoso chefão das drogas, que escapou recentemente da prisão, quisesse cruzar a fronteira exatamente na cidade onde trabalha. Para enfrentá-lo Ray precisa reunir todo o pessoal que tem à disposição.

3- Acreditem se quiser, eu nunca assisti esse filme. Não ainda. Um amigo meu me enche o saco faz tempo para eu ver, então decidi que dessa semana não passa!
Dirigido por: Francis Ford Coppola
Com: Marlon Brando, Al Pacino, James Caan
Gênero: Policial, Drama

Sinopse:
Em 1945, Don Corleone (Marlon Brando) é o chefe de uma mafiosa família italiana de Nova York. Ele costuma apadrinhar várias pessoas, realizando importantes favores para elas, em troca de favores futuros. Com a chegada das drogas, as famílias começam uma disputa pelo promissor mercado. Quando Corleone se recusa a facilitar a entrada dos narcóticos na cidade, não oferecendo ajuda política e policial, sua família começa a sofrer atentados para que mudem de posição. É nessa complicada época que Michael (Al Pacino), um herói de guerra nunca envolvido nos negócios da família, vê a necessidade de proteger o seu pai e tudo o que ele construiu ao longo dos anos.

4- "Kill Bill" é outro que me foi indicado por um amigo. Estou bem ansiosa para assistir até porque é um filme do Tarantino. E depois que vi Pulp Fiction, gostei bastante do estilo de filme que ele dirige. 
Dirigido por: Quentin Tarantino
Com: Uma Thurman, Sonny Chiba, Lucy Liu
Gênero: Ação, Drama, Suspense

Sinopse:
A Noiva (Uma Thurman) é uma perigosa assassina que trabalhava em um grupo, liderado por Bill (David Carradine), composto principalmente por mulheres. Grávida, ela decide escapar dessa vida de violência e decide se casar, mas no dia da cerimônia seus companheiros de trabalho se voltam contra ela, quase a matando. Após cinco anos em coma, ela desperta sem um bebê e com um único desejo: vingança. A Noiva decide procurar, e matar, as cinco pessoas que destruiram o seu futuro, começando pelas perigosas assassinas Vernita Green (Vivica A. Fox) e O-Ren Ishii (Lucy Liu).

5- Quando o vi o trailer de "Guerra Mundial Z", enlouqueci. Ainda está em cartaz nos cinemas e eu não vejo a hora de assistir. Pelo que pude conferir no trailer, me parece ter efeitos especiais muito bons! Além de que eu costumo gostar de todos os filmes que o Brad atua.
Dirigido por: Marc Forster
Com: Brad Pitt, Mireille Enos, Elyes Gabel
Gênero: Ficção científica, Ação, Fantasia

Sinopse:
Uma terrível e misteriosa doença se espalha pelo mundo, transformando as pessoas em uma espécie de zumbis. A velocidade do contágio é impressionante e logo o Governo americano recruta um ex-investigador da ONU (Organização das Nações Unidas) para investigar o que pode estar acontecendo e assim salvar a humanidade, tendo em vista que as previsões são as mais catastróficas possíveis. Gerry Lane (Brad Pitt) tinha optado por dedicar mais tempo a sua esposa Karen (Mireille Enos) e as filhas, mas seu amor a pátria e o desejo de salvar sua família acabam contribuindo para que ele tope a missão. Agora, ele precisa percorrer o caminho inverso da contaminação para tentar entender as causas ou, ao menos, indentificar uma maneira de conter o contágio até que se descubra uma cura antes do  apocalipse. Começa uma verdadeira corrida contra o tempo, que mostra-se cada vez mais curto, na medida que a população de humanos não para de diminuir. 

6- Escolhi "Possessão" só pra deixar pra vocês um pouco de um tipo de filme que gosto: exorcismo. Parece estranho, mas eu amo filmes com exorcismo. E amei ainda mais esse por ser baseado em fatos reais.
Dirigido por: Ole Bornedal
Com: Jeffrey Dean Morgan, Kyra Sedgwick, Jay Brazeau mais
Gênero: Terror, Suspense

Sinopse:
Clyde (Jeffrey Dean Morgan) e Stephanie Brenek (Kyra Sedgwick) estão separados, mas conseguem se relacionar para o bem das duas filhas do casal. Quando ele compra uma casa nova, sua filha mais nova Em (Natasha Calis) o convence a comprar algumas coisas para lá, entre elas, uma caixa de madeira muito bem trabalhada e ao mesmo tempo misteriosa, que não se pode abrir. Encantanda pelo artefato, a jovem descobre como se abre, passa a ouvir vozes e, em seguida, estranhos acontecimentos começam a acontecer na casa. Desconfiado do comportamento da caçula, totalmente diferente, ele conversa com a ex que não dá ouvidos e eles começam uma nova crise. Quando a mãe se dá conta de que ele falava a verdade, já é tarde demais, pois a jovem está possuída por um espírito do mal, que se alimenta de seus hospedeiros. Começa então uma corrida contra o tempo para salvá-la e um exorcismo pode ser a solução.

7- Por último, escolhi um filme mais descontraído para assistir. "Paraísos Artificiais" é um filme bom de assistir, leve, tem uma vibe boa e ainda é brasileiro. Eu gostei bastante.
Ver o trailer

Dirigido por: Marcos Prado
Com: Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno mais
Gênero: Drama

Sinopse:
Erika (Nathalia Dill) é uma DJ de relativo sucesso e muito amiga de Lara (Lívia de Bueno). Juntas, durante um festival onde Erika trabalhava, elas conheceram Nando (Luca Bianchi) e, juntos, vivem um momento intenso. Entretanto, logo em seguida o trio se separa. Anos depois Erika e Nando se reencontram em Amsterdã, onde se apaixonam. Só que apenas Erika se lembra do verdadeiro motivo pelo qual eles se afastaram pouco após se conhecerem, anos antes.


Espero que gostem. E comentem!

Dear Verônica, não há nada poético em amar. Ele é cruel e injusto. Não é como a música canta, nem como o poeta recita.

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"Eu vago todos os dias em busca de respostas. Eu vejo todos os dias almas dilaceradas e em terríveis estados de sublimação. Depois de observar com meus próprios olhos alguém queimar por amar, acredito que não há amor nenhum que possa nos encher além do fraternal. Cresci assistindo as pessoas em seus mais deploráveis estados de amar e ser amados. Aquela afeição, aquele sorriso que toma os lábios sem espera, aquele palpitar do coração, aquela vontade de cuidar e ser protegidos… Que eu nunca havia sentido e tampouco havia acreditado ser real. Embora conhecesse perfeitamente através da arte de observar.
Honestamente, tais ações sempre me apresentaram ser insanas e até mesmo um tanto cômicas. E vivendo como uma descrente do “amor” eu fui vagando entre as empatias alheias, fui selando meu compromisso com os livros e, enfim, passou-se os invernos.

N’uma tarde chuvosa de domingo, o destino me foi cruel; traçou meu caminho e o fez como um nó. A chuva, que havia iniciado com alguns chuviscos, agora mais demonstrava ser uma cachoeira amaldiçoada pelos ventos. Sacudiu meus cabelos, molhou até minh’alma, levou embora meu sorriso e me fez caminhar durante uma hora sem rumo. Acabei sendo encurralada por meu cansaço numa ruazinha sem saída e lá permaneci com minha angustia pessoal até ouvir alguns passos vindo na minha direção se emendar ao som da chuva. Sem hesitar, virei na tentativa de encontrar os olhos do desconhecido. E quando enfim consegui, vi em seus lábios se formar um doce e convidativo sorriso.

“Está perdida? Posso te ajudar a chegar em casa?”, ouvi-o dizer enquanto tocava uma de minhas mãos. Nesse momento, sua voz tocou o meu mais profundo âmago, fazendo como se alguma coisa lá dentro se desabrochasse. Seus olhos claros refletiam o cair das gotas de chuva, hipnotizando-me cada vez mais. Não demorou muito e eu senti meu coração freneticamente palpitar no meu peito como se precisasse correr para fora de mim.

Última nota de sua narradora:
Eu só precisava visitar um cardiologista."

Camila Verônica Freire.

Larissa Dare.

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Olá, galera. Primeiramente quero me desculpar pela "ausência" de posts esses dias. Eu realmente estou com a mente vazia de ideias para posts.
Hoje falarei um pouco de fotografia. Se você frequenta muito a rede social ask.fm, você certamente saberá de quem estou falando.

A Larissa Dare tem apenas 21 anos e mesmo com pouca idade é bem talentosa no que faz. A fotógrafa paulista vem mostrando seu gosto por fotografia desde os 10 anos de idade, começando a levar a sério com 16. Hoje a Dare é formada pela Panamericana de Artes e viaja o Brasil tirando fotos. Em particular, eu sou uma grande fã do trabalho dela.
Não é mais segredo o meu amor por fotos. E as fotos da Larissa têm exatamente o que eu mais gosto de ver: sentimentos. Costumo achar intensamente fascinante o fotógrafo que consegue nos transpassar tal coiasa em suas fotos (sem, claro, desmerecer o modelo), e se você for analisar suas fotografias, existem sentimentos e emoções em todas. E isso fica notório desde o cenário até a expressão facial do modelo.





Confira aqui algumas fotos pela Larissa Dare:

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare
Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare

Por Larissa Dare
Por Larissa Dare

E-mail profissional da Lari: larissadare.fotografa@gmail.com
E clicando aqui você será direcionado para ask dela, onde poderá saber mais sobre ela.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

World at war

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Eu não sou a pessoa mais gamer do mundo (não chego nem perto) e muito menos entendo sobre jogos. Entretanto, mesmo tendo perdido meu vício por jogar, achei legal falar sobre jogos aqui no blog. Call of Duty então vem sendo o que eu mais curto jogar nas horas vagas. Achei os gráficos excelentes e a qualidade de som muito boa. Os temas bem variados e bem escolhidos. World At War é um dos meus preferidos, principalmente por ter aquela fase dos zumbis haha. Enfim, recomendo!


Sobre o jogo: 
"Call of Duty é uma franquia de jogos eletrônicos de tiro em primeira pessoa que foi lançada para Macintosh, PS, Wii, XBOX, Windows e portáteis. A série começou no PC, posteriormente expandindo-se para consoles e portáteis. A maioria dos jogos é ambientado na Segunda Guerra Mundial, com a exceção de Call of Duty 4: Modern Warfare, Call of Duty: Modern Warfare 2, Call of Duty: Modern Warfare 3 e Call of Duty: Black Ops 2 situados em épocas modernas, já o Call of Duty: Black Ops, a história desenvolve-se durante a Guerra Fria.
Os jogos da série são editados pela Activision, sendo desenvolvidos primariamente pelas produtoras Infinity Ward e Treyarch, com outros jogos produzidos pela Gray Matter Interactive, Spark Unlimited, Pi Studios, Amaze Entertainment, Rebellion Developments e n-Space usando uma variedade de motores, como o id Tech 3, o Treyarch NGL e o IW 4.0. Entre outros produtos da franquia estão uma linha de action figures projetada pela Plan-B Toys, um jogo de cartas criado pela Upper Deck, e uma série em quadrinhos publicada pela WildStorm."


terça-feira, 25 de junho de 2013

Dear, Verônica.

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Oi, gente. Se vocês me conhecem, devem ter percebido o meu "gosto" por opinar. E por mais que às vezes isso seja um grande problema, afinal, tem uma hora que é preciso calar a boca e escutar, eu gosto de ser assim. Desde pequena insisti em vomitar tudo que eu penso, mesmo que na maioria das vezes eu estivesse errada. E olha, eu odiava com todas as minhas forças estar errada (ainda renego isso) e por este motivo, desenvolvi também o dom dos infinitos argumentos e o dom da majestosa enrolação. Como a prática leva à perfeição, hoje posso afirmar ser razoavelmente boa quando o assunto é fazer com que as pessoas achem que estou correta e acreditem em mim. E mesmo que às vezes isso me ponha em situações embaraçosas ou até mesmo em conflito com alguém, eu gosto de ter esse dom da fala. E aproveitando ele, decidi criar um tipo de quadro aqui no blog. Apelidei ele de "Dear, Verônica...". O intuito deste quadro será basicamente mostrar para vocês o que penso sobre assuntos de suas escolhas. Deixo aberto meu ask.fm (no menu na direita você encontra uma caixinha para enviar perguntas) para perguntar pra mim sobre o que eu penso sobre tal assunto ou podem comentar nesse post (ou até em outros) com a pergunta. Serão aceitos assuntos pessoais, assuntos atuais, assuntos particulares e etc. Não exijo identificação, apenas peço que coloquem no inicio da frase "Dear, Verônica". Agradeço a leitura desta e fico aguardando suas perguntas! Beijos!

Quero ler!

Um comentário:

Oi, vocês. Bom, estou um pouco (muito) sem ideias sobre o que devo postar. Estou de férias, a semana está parada e eu não faço nada da minha vida além de comer, ler e ouvir música. Ando com tanta vontade de ler que estou relendo alguns livros (tipo Percy Jackson, acreditem!). E enfim, preciso urgentemente comprar livros novos. Hoje vou postar pra vocês um pouco do que eu tô muito afim de ler e a sinopse para vocês conhecerem um pouquinho. Espero que gostem.


Sinopse - O Teorema Katherine - John Green

Ano de Lançamento: 2013
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 304




Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.





Sinopse - Veronika Decide Morrer - Paulo Coelho

Ano de Lançamento: 1998
Editora: Planeta
Número de páginas: 211





"A loucura é a incapacidade de comunicar-se. Entre a loucura e a normalidade, que no fundo são a mesma coisa, existe um estado intermediário: chama-se ser diferente. E as pessoas estavam cada vez com mais medo de ser diferentes. No Japão, depois de ter pensado muito sobre a estatística que acabara de ler, me veio a ideia de escrever um livro sobre a minha própria experiência. Escrevi Veronika decide morrer na terceira pessoa, usando meu ego feminino, porque sabia que a minha experiência de internação não era o que interessava mas sim os riscos de ser diferente, e o horror de ser igual."







Sinopse - Os 13 porquês - Jay Asher


Ano de Lançamento: 2009
Editora: Atica
Número de páginas: 256




Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas cassetes. Ele ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por uma colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.








Sinopse - As Vantagens de Ser Invisível - Stephen Chbosky


Ano de Lançamento: 2007
Editora: Rocco
Número de páginas: 227




Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.



Sinopse - Carrie, A Estranha - Stephen King

Ano de Lançamento: 1998
Editora: Objetiva
Número de páginas: 296




Carrie, a Estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente.

Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos.

Com tantos ingredientes de suspense, Carrie, a Estranha logo se transformou num enorme sucesso internacional e passou a integrar a mitologia americana. Ao ser transportado para as telas, em 1976, pelas mãos de Brian de Palma, teve a atriz Sissy Spacek e John Travolta em seus papéis principais.

domingo, 23 de junho de 2013

I'm going back to 505

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Conheci Arctic há uns dois anos e não foi difícil curtir o som, afinal, eu sempre achei incrível essa coisa de banda independente. Vi algumas fotos do Alex Turner (vocalista) no Tumblr e logo me interessei. Ouvi a primeira, segunda, terceira música e me encantei logo pelo estilinho um pouco Strokes. Além de ser uma banda venerada pelos hipsters (como diz um amigo meu), Arctic possui letras surpreendes e sons demasiadamente marcantes. Sem mais delongas, fica aqui duas músicas que eu mais gosto deles. Espero que gostem!







Comentem o que vocês acharam! Beijos.

HQ: Quem matou Rosa Vermelha?

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Olá, galera! Como vocês sabem, eu amo ler. Mas nunca tive empolgação para sair dos livros. Até que meu amigo me emprestou uma HQ de sua coleção, Fábulas - Lendas do Exílio. A história é mais ou menos uma "destorção" de todas as histórias de conto de fadas. Existe no conto a Cidade das Fábulas, onde as lendas dos contos de fadas vivem ao lado de nova-iorquinos. Os personagens deixam de lado sua personalidade "fantasia" e a maior parte deles vivem como humanos normais dos dias atuais. Nessa edição, a história gira em torno da suposta morte da irmã de Branca de Neve, Rosa vermelha. Mas somente o Lobo Mau é capaz de encontrar a resposta para o mistério. E, ao lado de Branca de Neve, os dois são as únicas pessoas capazes de impedir que a comunidade entre em colapso devido ao choque de tão bárbaro crime!






A HQ tem ilustrações fantásticas e diálogos bem dinâmicos. Eu li todo em um só dia.
É isso gente, boa leitura!

 Número de páginas: 132
Preço: R$ 18,90 (depende do lugar)
Venda: Bancas e lojas especializadas.

sábado, 22 de junho de 2013

TEXTO: Previsões para 2014; chuva de apatia.

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"A seleção entra em campo entrajada de verde-e-amarelo desde as vestes até a profunda alma. É possível sentir a vibração da torcida de olhos fechados. O alvoroço samba nos meus ouvidos como um desfile de carnaval. Consigo ver, mesmo que de longe, a expressão facial dos torcedores na arquibancada. Consigo sentir, mesmo que do outro lado da realidade, os seus corações batendo em ritmos iguais e suas respirações secas chicoteando os pulmões. O magote verde-e-amarelo no campo agora está em perfeito alinhamento, como em uma marcha. Seus sorrisos que eu podia jurar ser verde-e-amarelo (não são. Juro, não são!), vão de orelha a orelha anunciando a mais arrogante lisonja de estar ali presente sendo reverenciado por tal povo.

Ouço o soar das trompetas. Inicialmente fracas, mas em dois segundos já a todo fervor. O povo rende-se. Com a mão direita sobre o lado esquerdo do peito, começam a mover os lábios sincronizadamente.

É o hino nacional! É o grito de glória dessa pátria tão, mas tão amada!

O Brasil praticamente paralisa-se com o intuito de participar, de desfrutar, de se entregar a esse momento de total empatia. O Brasil para, porém aqueles que têm a barriga doendo de fome, não. E aqueles outros que estão sendo amaldiçoados por tempestades também não. E vejamos, todos aqueles que me imploraram por centavos e eu os ignorei na rua, também não deixam de lado seus sofrimentos para vivenciar esse tempo de harmônia. E os seus deleites cotidianos não passam de desfrutar do inferno que mais já virou rotina.

Olhos cansados, mãos frias, almas em intensos processos de congelamento. Vítimas que vêm que temos que amar a pátria sem o menor comprometimento da própria em nos amar de volta. São aqueles mórbidos que sentem na carne a dor do desprezo por parte de toda a sociedade. Eles que vomitam todos os dias as suas esperanças não assistem a mídia proclamar de peito cheio o “avanço” que nosso país está dando. Eles não assistem a querida “presidenta” apertar a mão de meia dúzia de pessoas relevantes e mostrar que a paz reina aqui, eles sentem isso impregná-los todos os dias. “Não existem guerras no Brasil, somos privilegiados pela paz” é o que dizem aqueles malditos no poder. É o que todo mundo diz. Mas e a guerra consigo mesmas que centenas de mães precisam ter toda manhã para dizer a seus filhos - que berram de fome - que a casa está escassa de alimento mais uma vez? Mas e a paz espiritual? Ela não é importante? Me diga, Rousseff, onde há paz em um coração destruído ao ver seus entes queridos morrerem repentinamente por falta de assistência médica? E aqueles, querida Dilma, aqueles que sonham em ser o futuro da nação, porém a realidade, a falta de escolaridade, a pouca educação que nos é fornecida por você e seu tão magnífico governo não os prepara para tentar? Porque são eles que estão entrajados de cinza até a alma, Rousseff, enquanto você desfruta do verde-e-amarelo. São eles e não você. São eles os atingidos pelo sistema. São eles que foram golpeados em cheio e não têm a chance de revidar. São eles que enxergam a vida cinza e cruel enquanto você vê céu risonho e límpido. Porque infelizmente, é o seu bosque que tem mais vida, Rousseff… O deles tem morte súbita e constante.

Mas quem são eles, não é mesmo, sociedade? Em que eles importam agora? “Eu nem sei os seus nomes!”. O que realmente importa lá no fundo é fazer com que questões irrelevantes como futebol tenha mais repercussão do que a fome e a pobreza. O que realmente é válido é fazer com que a maioria acredite que o Bolsa Família está reconstituindo sonhos e vidas, que na verdade só se degradam mais e mais. “Vamos encobrir toda essa ladainha e fazer de conta que não existem problemas, pois todos os problemas devem ser esquecidos agora, afinal, a vida é verde e amarela, a vida é linda!”. A miséria daqueles não é importante enquanto se houver uma bola para correr atrás e se importar. Os olhos famintos não nos devoram. A desgraça deles não nos atinge. A tristeza não é conosco compartilhada. Então, esquece, deixa pra lá e presta atenção no campo.

E é aqui nesse paradoxo que vemos a realidade dançar diante nossos olhos nus:

Possuímos condições de sediar a Copa, mas não possuímos condições de sediar à nós mesmos uma sequer faísca de “amor ao próximo”.

Ovacionem a pátria amada enquanto ela te amar. Para aqueles desprivilegiados de sua proteção, o sol não brilha, arde."

Camila Verônica Freire.

“O pior, Anne, é que já existem leis para se combater tanta crueldade. Mas não existe lei que possa colocar amor dentro do ser humano.”

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Anne Frank, adolescente judia vítima do Holocausto e famosa por ter seu diário divulgado alguns anos após sua morte aos 15 anos de idade em um campo de Concentração. Depois de ler seu diário, tenho Anne como uma de minha maiores inspirações. Mesmo sendo nova, possuía uma maturidade admirável e uma incrível habilidade com palavras. Ao ler, pude sentir seus mesmos sentimentos sendo passados do livro para mim. (deixo aqui a recomendação da leitura!) 
Mas eu não estou aqui hoje para falar da Anne, mesmo que esse seja um assunto fantástico e inspirador, a questão agora é um pouco diferente. 
Aqui mesmo no Brasil, com mais Clareza, em Minas Gerais mora a doce Lívia Fernanda Mendes que só tem 13 anos. Lívia foi vencedora de um concurso que acontece anualmente nas redes de escola estadual Anne Frank Brasil. A proposta do concurso é escrever uma carta direcionada à querida Frank com o tema "Anne Frank e a cultura pela paz". 
Aqui segue a carta da Lívia: 

"Belo Horizonte, 3 de abril de 2013

Querida Anne,

Meu nome é Lívia Fernanda, tenho 13 anos, moro no bairro Confisco, Minas Gerais, Brasil. Estudo na Escola Municipal Anne Frank.

Anne, é com muita tristeza que recordo sua história, todo sofrimento nos campos de concentração, o extermínio nas câmaras de gás, a crueldade com que os nazistas tentaram exterminar o povo judeu.

Já não era fácil de entender o modo de pensar de Hitler, mas nos dias de hoje continuamos a pensar e agir como ele, pois o racismo continua nas cidades, no interior e, principalmente, no coração das pessoas.

É inaceitável pensar que sou melhor ou pior somente por ter nascido negro ou branco, por ter escolhido uma religião ou pertencer a uma tribo.

Você não acreditaria que até nas escolas existe preconceito. Mas ele vem disfarçado e o seu nome também é diferente. Não é racismo, ele se chama bullying.

O pior, Anne, é que já existem leis para se combater tanta crueldade. Mas não existe lei que possa colocar amor dentro do ser humano.

Conhecendo a sua história, vejo que há uma luz no fim do túnel. Espero que muitos ouçam-me falar de você. Espero que possam entender que o preconceito não leva a nada, apenas gera violência, separação e divisão.

Você, Anne, pode se orgulhar, pois o seu diário, que foi escrito em meio a tanto sofrimento, hoje serve de referência contra o racismo, contra a discriminação, em todas as suas formas. Seja através do preconceito, bullying e outros, podemos usar como exemplo as suas experiências.

Apesar das dificuldades, assim como você, acredito na esperança.

Abraços, Lívia."

V de Vinagre.

2 comentários:

Acreditem ou não, estamos vivenciando uma revolução. É incrível saber que pude assistir com os meus próprios olhos o momento em que a sociedade levantou do sofá, desligou a Globo e foi às ruas pra gritar que não está certo esse jogo em que somos obrigados a jogar. Durante anos o Governo tratou-nos como estúpidas marionetes influenciadas pela mídia, e confesso, por algum tempo fomos sim capazes de não enxergar além do que a TV ostentava. Só que agora o povo cansou de fazer de conta que o Brasil é esse paraíso todo que eles tentam mostrar ser, e esse aumento da tarifa do ônibus foi só uma deixa para despertar O Gigante Brasileiro. 


Deixo aqui vídeos de Vloggers relevantes do Youtube que explicam melhor sobre o assunto:








VEM PRA RUA!

Me conheça com um Review.

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Olá, gente. Os primeiros posts devem ser mesmo os piores de se criar, até porque vocês não me conhecem, não sabem nada sobre mim e isso dificulta um pouco na hora de "saber sobre o que escrever" haha. Eu não sei se isso acontece só comigo ou se é com todos os blogueiros, mas a minha criatividade se esvai toda vez que eu penso "cara, são os primeiros posts" hahah. Portanto, devido a essa "falta de conhecimento" que vocês (quase ninguém por enquanto) têm sobre mim, revolvi nesse segundo post mostrar também algo sobre mim, ou melhor, sobre o que eu gosto.
Desde a quinta série, o meu gosto vem sendo uma verdadeira "metamorfose ambulante" na maioria das questões. E eu não acho que isso é algo. De acordo com o tempo, todos evoluímos no modo de pensar e eu fico feliz em olhar pra trás e ver que finalmente passei de certas fases haha.
Então, sem mais enrolações, vou mostrar para vocês um pouco do que mais tenho afinidade.

A começar por livros:

1º -
(As fotos desse post não foram tiradas por mim. Quando forem, eu avisarei)
A Menina que Roubava livros está no topo dos meus livros favoritos. A história de Markus Zusak acontece mais ou menos entre 1939 e 1943. O diferencial da história é a sua narradora, a querida e simpática Morte. Ela acompanha os passos da garotinha Liesel, filha de uma comunista perseguida pelo nazismo, agora adotada por um casal não muito típico que de se conhecer. Em meio a tempos em que os livros eram incendiados, a doce Liesel se vê perdida entre tantos e então desabrocha uma paixão por eles.
O que me chamou atenção na obra foi o fato de podermos observar uma pseudo-realidade de vida nos tempos em que Hitler causou tanta opressão. E observarmos a própria Morte sendo capaz de temer os seres humanos e ao mesmo tempo criar uma certa curiosidade por eles. Como amo a história Alemã, foi fácil me prender até o fim da leitura e sentir falta aquando a mesma acabou. Recomendo muito esse livro!

2º -

O segundo é sim um pouco clichê de se falar. Harry Potter foi a saga amiga de muitas crianças e adolescentes. Cresceu conosco, amadureceu conosco e fez uma arrebatadora falta ao chegar ao fim. Sobre a história, nem ousarei contar um pouco, afinal, até mesmo os mais desprovidos de civilização (hahaha) já estão cansados de saber o que acontece nos livros e nos filmes. Enfim, eu sou completamente apaixonada pela história, pelos personagens e principalmente pelo modo em que a J.K. nos mantém tão perto de tudo que acontece, fazendo-nos quase sentir a respiração dos personagens. E olha que eu até hoje espero pela minha carta de Hogwarts. 

Sobre filmes:

1º: Além de não ter em certo um favorito, eu particularmente amo filmes de terror e/ou suspense. E sou louca pelas obras de Tim Burton. Todavia, saí um pouco do padrão quando um amigo meu (Oi, Sori) me indicou um filme dirigido por Quentin Tarantino:


Um filme americano de 1994 derrubou todos as minhas péssimas expectativas e se tornou bem relevante na minha lista de prediletos. Com atores de grandes nomes como John Travolta, Uma Thurman, Samuel L. Jackson e Bruce Willis, a trama envolve cenas um tanto tensas, mas ao mesmo tempo com humor e muita ironia. Narra três histórias diferentes basicamente sobre mafias, gângsters e assassinos que em alguns momentos se entrelaçam e se cruzam. Vale a pena ser assistido!

2º: 


Conhecido também como Tim Burton's Alice in Wonderland, o filme conta o que se passa 13 anos após a história original. Alice, já crescida, não lembra de nada da sua viagem ao País das Maravilhas quando garotinha. Além de ser fantástico, como todo filme do Burton (e na minha opinião, ter cenários incríveis), me fez mais ou menos "reviver" a minha infância. Alice no País das Maravilhas sempre foi o meu conto de fadas favorito por não girar só em torno de um Romance, como acontece na maioria. E eu simplesmente adorei ver a versão da Alice crescida e madura. E acrescentando, eu também adorei ver o Johnny Depp atuando. 

Séries:


Como ficou clara a minha paixão por Terror, deixo aqui a série em que eu mais consegui me apegar. "Descrita como uma série antológica, cada temporada é concebida como uma minissérie independente, seguindo um conjunto de personagens e ambientações distintas, e um enredo com o seu próprio começo, meio e fim." A segunda temporada, intitulada Asylum (como na foto), passa no ano de 1964 e conta as histórias dos pacientes, médicos e freiras que ocupam uma instituição para criminosos insanos. Já a primeira passa nos dias atuais e gira em torno de uma família que se muda para uma mansão sem saber que a mesma é mal assombrada.

Música: 

- Como eu citei bem no inicio do post sobre a minha "evolução no modo de pensar", isso ocorreu também com bandas. Por alguns anos andei "revezando" as minhas bandas favoritas, mas desde a infância mantive o clássicos, como: 

Os Beatles sempre foi uma grande inspiração pra mim. Cresci ouvindo músicas como "All my loving" e "Twist and Shout" e de alguma forma, é incompreensível explicar o modo que eles fazem/fizeram parte da minha vida.


2º- 

Por ter grandes influências de The Beatles, Pearl Jam e The Ramones, The Strokes (indie rock) se tornou também minha banda favorita. A voz "rasgada" do Julian (vocalista) é o que a diferencia de todas as outras bandas. A guitarra marcante bem rock de garagem e a união que a gente pode ver entre todos os integrantes, me faz amar cada vez mais a banda. (Além de que Fabrizio, o baterista, tem nacionalidade brasileira).



Então, por hoje é só. Espero que gostem e que tenha dado pra entender um pouquinho como sou e do que gosto e comentem. Beijos! 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

#Primeiro post / Respostas para Bentinho.

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Olá, galera! 
Como vocês podem ver, o blog mal começou. E como esse será o meu primeiro post, resolvi compartilhar com vocês algo bem “a minha cara” para que seja possível mostrar um pouco de quem eu sou/do que eu gosto desde já.
Esses dias eu estava vasculhando a internet e acabei sendo direcionada para um site de fotografia (coisa que também sou apaixonada), e lá me deparei com um projeto bastante interessante! O nome do projeto é “I’m not a look-a-like” (algo como “Eu não sou um sósia”), feito e criado pelo fotógrafo francês François Brunelle, onde o mesmo decide juntar pessoas sem algum parentesco, mas com afeições demasiadamente similares e fotografá-las lado a lado.
O curioso é que, de fato, as pessoas são muito parecidas. Se eu tivesse visto as fotos aleatoriamente, poderia jurar ser dois irmãos (gêmeos até!) ali. 
Lendo essa matéria, pensei rapidamente no maravilhoso clássico brasileiro de Machado de Assis: Dom Casmurro.

Não faz muito tempo que minha professora de português pediu para classe ler o clássico e mais tarde apresentar um seminário sobre. Eu havia lido o drama na quinta série, mas como a minha visão naquele tempo era completamente diferente da que possuo agora, resolvi ler mais uma vez. E na minha segunda experiência de leitura, consegui realmente mergulhar de cabeça na história e me sentir como mais uma personagem do livro, observando o querido Bento Santiago de perto e com meus próprios olhos! Como já deu para notar, eu virei uma típica fã de carteirinha do livro e hoje ele é até um dos meus favoritos.
Para quem não desfrutou da beleza de leitura que é Dom Casmurro, eu infelizmente não farei um resumo agora porque o post acabaria sendo grande demais (não agora, depois farei sim um review sobre), mas para quem leu, tenho certeza que poderá acompanhar meus pensamentos e entender perfeitamente a ligação que fiz entre esse projeto e o livro.
Todos sabem que o clímax da obra se resumiu em os ciúmes de Bentinho pela amada Capitu. E o tal ciúmes descontrolado do personagem principal começou a se desencadear principalmente depois do nascimento do seu suposto filho. Filho qual possuía uma imensa semelhança com seu melhor amigo, Escobar. Como contraprova, Capitu mostrou-nos a sua relevante semelhança com a mãe de Sancha sem possuir nenhum parentesco com a mesma. Então, podemos observar a deixa: “Duas pessoas podem mesmo se parecer tanto sem ser parentes?”

Como prova para a questão, temos algumas fotos do projeto de Brunelle:










E agora, Bentinho? (haha)

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